Blog

  • DOM ZACARIAS KAMWENHO FOI SEPULTADO NA PROVÍNCIA DA HUILA

    DOM ZACARIAS KAMWENHO FOI SEPULTADO NA PROVÍNCIA DA HUILA

    O Arcebispo Emérito do Lubango Dom Zacarias Kamwenho falecido no dia 29 de Maio 2026, depois do agravamento do seu estado de saúde foi sepultado na província da Huíla na Quarta-feira (04/06/026).

    Nascido no dia 5 de Setembro de 1934, na província do Huambo, Dom Zacarias Kamwenho até a data da sua morte contava com 92 anos de idade. Foi ordenado sacerdote em Junho de 1961. Em 26 de Agosto de 1974, foi nomeado Bispo Auxiliar de Luanda, iniciando um percurso episcopal marcado pela proximidade ao povo e pela defesa incansável da dignidade humana.

    Considerado como uma das figuras mais importantes da Igreja Católica em Angola, Dom Zacarias Kamwenho dedicou a vida no testemunho do Evangelho.

  • DISPUTA POLÍTICA FAVORECE ATAQUES COM RECURSO A DESINFORMAÇÃO

    DISPUTA POLÍTICA FAVORECE ATAQUES COM RECURSO A DESINFORMAÇÃO

    O Comunicólogo e Escritor angolano Bento dos Santos fez saber que os contextos de intensa disputa política favorecem o surgimento de ataques com recurso a desinformação.

    Bento dos Santos fez o pronunciamento por meio de um vídeo com o tema: “Disputa Política Favorece Ataques com Recurso a Desinformação” publicado no YouTube, tendo afirmado que: “Angola vive um quadro de intolerância psicológica que tem promovido a violência, sendo este um dado preocupante para o nosso país”.

    O Comunicólogo e Escritor alega que “a crise económica com as suas vastas consequências tem posto à prova o funcionamento das instituições, criando cenários, que fazem o país enfrentar o surgimento de milícias digitais que utilizam as notícias falsas ou “fake news” para envenenar a política com ódio, medo e mentira”.

    Segundo o Comunicólogo e Escritor Bento dos Santos trata-se de um fenómeno recente, viabilizado por outro elemento do tempo presente, a Internet com as plataformas digitais. O Escritor afirma que as plataformas digitais são recursos que possibilitam a divulgação da comunicação que infelizmente muitas vezes também permitem a reprodução e disseminação de informações falsas e distorcidas que ganham a aparência da realidade. 

    As consequências negativas da conjugação entre às notícias falsas também conhecidas como “fake news” e às plataformas digitais são incalculáveis, uma vez que o debate público é distorcido, corrompendo-se a liberdade de expressão e o direito à informação, dois dos principais trunfos da democracia ante os demais sistemas políticos.

    Não se pode admitir que abusos sejam válidos como forma de fazer política. É imprescindível criar mecanismos efectivos para impedir a difusão das fake news.

    Não podemos permitir que a linguagem do ódio asfixie o debate plural, indispensável em qualquer democracia. Para tanto, o diálogo, o respeito às divergências e às regras legais serão de suma importância nos próximos anos.

    Nós temos o direito de nos expressar, mas não com desinformação. Ao contrário, temos que empoderar uma média livre como sendo um dos pilares na luta contra a desinformação.

    As instituições do estado e a própria sociedade deve apoiar todas iniciativas contra a desinformação. Para tal, o pluralismo ético é muito importante. 

    Temos que transformar as nossas sociedades em sociedades mais fortes, mais resilientes, mais engajadas, e todas visando o bem comum.

    A desinformação é global e é local ao mesmo tempo. Por isso, devemos estar envolvidos no combate a desinformação, pois, infelizmente qualquer um pode ser a próxima vítima da desinformação. 

    Lutar contra a desinformação é fundamental para que possamos defender a democracia”, enfatizou o Comunicólogo e Escritor Bento dos Santos.

  • ESTUDOS REVELAM CAUSAS QUE FAZEM OS PAÍSES AFRICANOS NÃO DESENVOLVEREM

    ESTUDOS REVELAM CAUSAS QUE FAZEM OS PAÍSES AFRICANOS NÃO DESENVOLVEREM

    Diferente das costumeiras justificações reais sobre os principais motivos para o subdesenvolvimento africano que geralmente são refutados na colonização que permaneceu durante muito tempo, sendo o continente africano o ponto de apoio às caravanas dos exploradores nas vestes de colonizadores que implementaram de forma efectiva a exploração por meio do saque com recurso a violência, escravidão  e usurpação dos recursos dos países africanos, passados séculos, estudos recentes da UNESCO, Banco Mundial e da UNICEF revelam que, apesar dos avanços no acesso à educação básica, os países africanos continuam a enfrentar desafios críticos de pobreza de aprendizagem.

    Os relatórios indicam que até 80 ÷ 100% (cem porcento) das crianças de 10 anos na África Ocidental e Central não conseguem ler nem compreender um texto simples, um reflexo de graves deficiências nos sistemas de ensino.

    A ausência da cultura da leitura e da pesquisa associada ao distanciamento da valorização do mérito por parte dos governos africanos, estão entre as principais causas do atraso do desenvolvimento na grande maioria dos países africanos que continuam a priorizar velhas práticas de nepotismo, corrupção, e acentuado clientelismo político.

    Os estudos são unânimes sobre a necessidade de um melhor apoio aos professores, especialmente às questões relacionadas com a renumeração, recrutamento, preparação, distribuição, supervisão, e apoio ao nível das escolas. As políticas devem lidar com as taxas elevadas de absentismo e falta de conhecimentos e capacidades dos professores, com enfoque em planos curriculares actualizados, realistas para a preparação dos professores tendo como suporte a gestão de recursos humanos aliada a modernidade como meio de apoio no trabalho e incentivos a classe. 

    A crise de aprendizagem que perdura nos países africanos mina o crescimento económico e o bem-estar dos seus cidadãos.

    De acordo com um novo estudo do Banco Mundial a região já fez progressos consideráveis tendo aumentado de forma significativa as inscrições na escola primária e secundária, mas cerca de 50 milhões de crianças ainda não frequentam a escola, e a maioria das que frequentam a escola não conseguem adquirir as competências básicas necessárias para terem êxito mais tarde na vida.

    Sem à aquisição de conhecimentos, a educação nos países africanos não irá cumprir com a promessa de eliminar a pobreza extrema e criar oportunidades partilhadas e prosperidade para todos.

  • JÚ MARTINS É ALVO DE TERRORISMO POLÍTICO

    JÚ MARTINS É ALVO DE TERRORISMO POLÍTICO

    São poucas as pessoas que sabem porque às informações ainda se mantém classificadas como segredo de estado. Mas nos meandros do ano 1990, o presidente de um dos países, mas poderoso do mundo, viveu uma situação de chantagem concorrida com tentativa de extorsão que correu nos termos de investigação criminal baseado num inquérito onde foi possível apurar vários crimes, entre os quais de burla, associações criminosas, e tantos outros. Os prejuízos estiveram acima do montante de trezentos milhões de dólares. Entre as diversas provas testemunhais, exames laboratoriais e exames de perícia contabilística, buscas domiciliárias e não domiciliárias, vigilâncias e seguimentos, foi possível recolher fortes e fundados indícios da constituição de uma organização criminosa, constituída por uma dezena de indivíduos de várias nacionalidades que delinearam o plano criminoso, com o fito primário de ludibriar várias empresas e instituições.

    A estrutura organizacional revelou-se bem montada e era evidente o conluio de todos os intervenientes, assim como definidos os canais de dissipação do produto das burlas, tendo sido identificados mais de uma dezena de receptadores das acções fraudulentas.

    Aproveitando o facto de algumas empresas terem ligações com familiares de alguns servidores públicos, a organização levou a cabo o projecto criminoso, recorrendo a artifícios fraudulentos, locupletando-se da chantagem com base na elaboração de falsas informações, lesando várias empresas privadas e instituições públicas.

    Entretanto, o golpe principal não estava focado apenas na obtenção de ganhos financeiros. O acúmulo de informações constituia o processo de evidências que viria a ser usado como meio de chantagem contra o presidente daquele país.

    Deste modo, os criminosos conceberam um plano com o intuito de se aproveitarem da posição de cercos políticos publicamente expostos, para serem chantageados e possivelmente cederem, pondo os seus cargos a disposição perante o risco de serem vítimas de escândalos públicos através da disseminação de falsas informações.

    O plano passava ainda pela utilização de outros recursos pessoais, obtidos através de ligações familiares com a infiltração no seio familiar, através da celebração de casamentos, o que facilitou o acesso a certas informações restritas do seio familiar.

    Todas as diligências de recolha de provas realizadas pela investigação criminal, levaram à acusação de 22 arguidos pelos crimes de burla agravada, associação criminosa, falsificação de documentos, cometidos em trato sucessivo, recetação dolosa, insolvência dolosa e o mais grave, tentativa de golpe estado.

    Pouca gente sabe, no entanto, os atos criminosos pretendidos ou calculados para provocar um estado de terror no público em geral, em um grupo de pessoas ou em indivíduos para fins políticos injustificáveis em qualquer circunstância, independentemente das considerações de ordem política, filosófica, ideológica, racial, étnica, religiosa ou de qualquer outra natureza que possam ser invocadas para o jogo político, muitas vezes têm como protagonistas os terroristas políticos que fazem recurso a tudo para tentar alcançar o poder.

    O terrorismo político pode ser brevemente definido como intimidação coercitiva. É o uso sistemático de assassínio de carácter e a destruição, o recurso à ameaça, a fim de aterrorizar indivíduos, grupos, comunidades ou governos para conceder a demandas políticas dos terroristas. É uma das mais antigas técnicas de guerra psicológica.

    Todavia, existem situações sociais que não permitem respostas únicas ou conclusões definitivas. Muito ao contrário, exigem a análise constante das suas motivações e das suas consequências políticas, económicas e culturais, sendo que, entre estas situações, encontra-se o vigente ambiente de terrorismo político que alguns políticos angolanos tem sido alvo.

  • IGAE CONTA COM NOVA INSPECTORA

    IGAE CONTA COM NOVA INSPECTORA

    Sustentada com a base legal do Decreto Presidencial n° 242/20 de 28 de Setembro, cujo texto faz referência “a mudança considerável em termos de paradigma de governação e o seu subsequente aprofundamento do combate à corrupção no país, constituem indicadores bastantes para a construção institucional de um ente inspectivo que actua com plena autoridade e eficácia”. Deste modo, foi criada a Inspecção-geral da Administração do Estado (IGAE) com uma estrutura orgânica interna adequada a um novo paradigma, definido pelas alterações introduzidas ao Decreto Legislativo Presidencial n°11/20 de 26 Agosto, que aprovou a organização e o funcionamento dos órgãos Auxiliares do Presidente da República de Angola.

    A aprovação do Estatuto Orgânico da Inspecção Geral da Administração do Estado no seu número 1 e 2 do Decreto Presidencial n°242/20, proveu a extinção dos Gabinetes de Inspecção constantes da orgânica dos governos provinciais e a transição para estrutura orgânica e funcional do IGAE.

    Porém, às constantes alterações na direcção geral do IGAE revela a preocupação da busca da eficiência deste órgão, tendo em conta os objectivos que estiveram na sua criação, no caso o combate a corrupção.

    Contrariamente ao seu escopo de actuação, o IGAE  conflitua frequentemente com à usurpação das competências de outros órgãos do Estado, sendo esta uma das principais razões da advertência feita pelo Presidente João Lourenço, na Sexta-feira (29/05/026), durante a cerimónia da tomada de posse da nova Inspectora-geral da Administração do Estado  Felisbela Maria da Costa Pereira Francisco, tendo lhe advertindo para que “coopera-se com outras entidades”.

    Entretanto, parece que a nova Inspectora-geral não percebeu a mensagem, e rumando em sentido contrário, ao ler a sua mensagem de tomada de posse, manifestou o compromisso de reforçar os mecanismos de controlo interno da Administração Pública, e realçou que “uma das prioridades da sua gestão, passa pela continuidade do trabalho desenvolvido pela instituição, com especial atenção ao fortalecimento dos instrumentos de fiscalização da actividade administrativa, através da continuidade das conferências sobre boa governação destinadas aos gestores públicos, com vista à promoção de uma cultura de ética, integridade, transparência e responsabilidade na gestão dos assuntos do Estado, tendo adiantado que os primeiros passos da sua actuação incluem a análise dos instrumentos de gestão da instituição, entre os quais o plano estratégico 2024-2028, o plano de actividades e orçamento de 2026, bem como o trabalho de articulação com as equipas técnicas da IGAE.

    A nova Inspectora-geral da Administração do Estado, Felisbela Maria da Costa Pereira Francisco é licenciada em economia, e até a sua nomeação para o cargo de Inspectora-geral era desconhecida no espaço público.

    Recai sobre os ombros da nova Inspectora-geral a responsabilidade de prevenir e colaborar nos excessivos roubos que ocorrem na Administração Pública, em particular os que ocorrem na Administração Geral Tributária “AGT”.Sustentada com a base legal do Decreto Presidencial n° 242/20 de 28 de Setembro, cujo texto faz referência “a mudança considerável em termos de paradigma de governação e o seu subsequente aprofundamento do combate à corrupção no país, constituem indicadores bastantes para a construção institucional de um ente inspectivo que actua com plena autoridade e eficácia”. Deste modo, foi criada a Inspecção-geral da Administração do Estado (IGAE) com uma estrutura orgânica interna adequada a um novo paradigma, definido pelas alterações introduzidas ao Decreto Legislativo Presidencial n°11/20 de 26 Agosto, que aprovou a organização e o funcionamento dos órgãos Auxiliares do Presidente da República de Angola.

    A aprovação do Estatuto Orgânico da Inspecção Geral da Administração do Estado no seu número 1 e 2 do Decreto Presidencial n°242/20, proveu a extinção dos Gabinetes de Inspecção constantes da orgânica dos governos provinciais e a transição para estrutura orgânica e funcional do IGAE.

    Porém, às constantes alterações na direcção geral do IGAE revela a preocupação da busca da eficiência deste órgão, tendo em conta os objectivos que estiveram na sua criação, no caso o combate a corrupção.

    Contrariamente ao seu escopo de actuação, o IGAE  conflitua frequentemente com à usurpação das competências de outros órgãos do Estado, sendo esta uma das principais razões da advertência feita pelo Presidente João Lourenço, na Sexta-feira (29/05/026), durante a cerimónia da tomada de posse da nova Inspectora-geral da Administração do Estado  Felisbela Maria da Costa Pereira Francisco, tendo lhe advertindo para que “coopera-se com outras entidades”.

    Entretanto, parece que a nova Inspectora-geral não percebeu a mensagem, e rumando em sentido contrário, ao ler a sua mensagem de tomada de posse, manifestou o compromisso de reforçar os mecanismos de controlo interno da Administração Pública, e realçou que “uma das prioridades da sua gestão, passa pela continuidade do trabalho desenvolvido pela instituição, com especial atenção ao fortalecimento dos instrumentos de fiscalização da actividade administrativa, através da continuidade das conferências sobre boa governação destinadas aos gestores públicos, com vista à promoção de uma cultura de ética, integridade, transparência e responsabilidade na gestão dos assuntos do Estado, tendo adiantado que os primeiros passos da sua actuação incluem a análise dos instrumentos de gestão da instituição, entre os quais o plano estratégico 2024-2028, o plano de actividades e orçamento de 2026, bem como o trabalho de articulação com as equipas técnicas da IGAE.

    A nova Inspectora-geral da Administração do Estado, Felisbela Maria da Costa Pereira Francisco é licenciada em economia, e até a sua nomeação para o cargo de Inspectora-geral era desconhecida no espaço público.

    Recai sobre os ombros da nova Inspectora-geral a responsabilidade de prevenir e colaborar nos excessivos roubos que ocorrem na Administração Pública, em particular os que ocorrem na Administração Geral Tributária “AGT”.

  • DETRACTORES AUMENTAM ATAQUES E AMEAÇAS CONTRA JÚ MARTINS E FAMILIARES

    DETRACTORES AUMENTAM ATAQUES E AMEAÇAS CONTRA JÚ MARTINS E FAMILIARES

    Informações sobre às investigações em curso revelam que o número de ataques que o político angolano João de Almeida Azevedo Martins “Jú Martins” e os seus familiares têm sido alvo nos últimos dias de várias ameaças à integridade física.

    Apesar de Jú Martins manter a descrição, característica que lhe é peculiar, às ameaças à sua integridade física e da sua família já remontam algum tempo, vindo a aumentar nos últimos meses.

    Os ataques orquestrados por indivíduos entre os quais políticos, académicos, empresários, juristas, jornalistas, com alguma influência no cenário político angolano tentam a qualquer custo, destabilizar a coesão no seio do partido dos camaradas.

    Jú Martins tem resistido aos ataques previamente planeados, não cedendo às chantagens, o que de certo modo tem motivado os seus algozes para fazerem de tudo com objectivo de o silenciar e lhe afastarem do jogo político.

    Agindo de forma traiçoeira os autores das cabalas contra Jú Martins, estão dispostos e têm feito uso de todos meios e recursos para neutralizar o homem que foi escolhido como mandatário do actual presidente do MPLA para a sua reeleição no nono congresso do partido dos camaradas, marcado para ser realizado no dia 9 e 10 de dezembro deste ano.

    Jú Martins é deputado à Assembleia Nacional da República de Angola e Secretário do Bureau Político Para os Assuntos Políticos e Eleitorais do MPLA. É reconhecido como um dos principais estrategas do partido, apelidado como sendo o pequeno Lúcio Lara, figura histórica no seio do partido dos camaradas.

    O político Jú Martins tem sido uma das principais figuras que revitaliza o trabalho ideológico do partido no poder. Entre os vários cargos já exercidos por Jú Martins, consta na sua vasta folha de trabalho político o cargo de Secretário para a Política de Quadros do Bureau Político, tendo simultaneamente exercido o cargo de Secretário dos Assuntos Políticos e Eleitorais.  Também consta no curriculum de Jú Martins o cargo de Secretário para a Reforma do Estado e Autarquias, sendo o seu vasto conhecimento uma mais-valia para o partido.

    A figura de Jú Martins na equipa constituída pelo actual presidente do MPLA e da República de Angola, João Manuel Gonçalves Lourenço causa instabilidade nos adversários silenciosos que têm se movimentado na sombra, transformando em alvos todos que podem provocar efeitos de degradação física ou psicológica contra a normalidade do processo em curso no partido dos camaradas.

    A investigação em curso tem revelado a existência de uma vasta rede de conspiradores e infiltrados no seio do partido dos camaradas, sendo que alguns políticos firmaram pactos com alguns partidos políticos que concorrem com o MPLA, e tem fornecido informações confidenciais a oposição. No entanto, o teste da persistência e a verticalidade assente na fidelidade política constitui um desafio para os militantes do partido dos camaradas.

  • EFEITOS DO ESTREITO DE HORMUZ CHEGAM EM ANGOLA

    EFEITOS DO ESTREITO DE HORMUZ CHEGAM EM ANGOLA

    As inúmeras filas de viatura que começaram a se instalar nos postos de abastecimento de combustível em Angola, constitui um choque ou seja a rotura causada na paralização do fornecimento de petróleo no Estreito de Ormuz que começou a ser sentido directamente em todo território angolano. Para além da subida e da escassez de combustível e gás de cozinha, a consequência, bem como a subida de preços de toda cadeia de produtos e serviços, não isenta a consequência mais visível que se regista nas longas filas de viaturas nos postos de abastecimento de combustíveis.

    Apesar de muitos países ainda não terem a demanda acrescida porque têm os seus estoques de combustível, na realidade também pagam mais caro para garantir abastecimento. Entretanto, os especialistas alegam que para os países que possuem estoques, esse alívio é temporário. Traders já alertam que um ajuste severo está a caminho.

    Com o bloqueio a alcançar à nona semana, a chamada destruição da demanda que começou em sectores menos visíveis, como o petroquímico começa a se espalhar, de forma silenciosa, para mercados do dia-a-dia em todo mundo.

    A demanda global já enfrenta uma queda de 5,3 milhões de barris por dia neste trimestre, e uma interrupção de 12 semanas em Hormuz levaria o Brent Dated, principal referência física mundial, acima do recorde deste mês, para US$ 154 por barril, segundo a consultoria FGE NexantECA.

  • HAVANA DENUNCIA ESTAGNAÇÃO NOS DIÁLOGOS COM WASHINGTON

    HAVANA DENUNCIA ESTAGNAÇÃO NOS DIÁLOGOS COM WASHINGTON

    A vice-ministra dos Negócios Estrangeiros cubana afirmou hoje que “não houve muitos progressos nos diálogos entre Havana e Washington”, com Cuba a duvidar da responsabilidade e seriedade dos Estados Unidos em relação ao processo negocial.

    Josefina Vidal disse que, embora o canal de diálogo se mantenha aberto, “certamente não houve muitos progressos”, uma vez que, paralelamente, por parte de Washington “continuam a ser adotadas medidas coercivas muito prejudiciais” para a economia e a população cubanas, decisões que suscitam “dúvidas quanto à responsabilidade e seriedade do Governo dos EUA”.

    Numa entrevista à agência de notícias espanhola EFE, Vidal acrescentou que o Governo cubano “continua a privilegiar o diálogo” e não vê “outra alternativa para resolver os problemas com os Estados Unidos”.

    A vontade do Governo cubano, reiterou Vidal, é que “o caminho do diálogo continue a funcionar como a fórmula para procurar um entendimento e uma solução para as divergências” entre ambos os países.

    A vice-ministra cubana participou, nesta sessão, numa audiência convocada pela Assembleia Nacional do Poder Popular (ANPP, órgão legislativo) para denunciar o bloqueio petrolífero imposto por Washington à ilha desde janeiro, as sanções reforçadas contra setores vitais da economia e as ameaças de uma possível intervenção militar.

     Na sessão, intitulada “Cuba quer Paz”, vários deputados intervieram para condenar igualmente a acusação nos EUA contra o ex-presidente cubano Raúl Castro pelo abate de dois aviões de uma organização cubana no exílio e pela morte dos quatro tripulantes há 30 anos.

    Quando questionada sobre se esta escalada podia ser semelhante à utilizada pelos EUA para preparar a captura de Castro, tal como fizeram em janeiro na Venezuela com o ex-presidente Nicolás Maduro, a vice-ministra cubana esclareceu que “a fórmula de agressão contra Cuba não é recente”, mas que “agora se está a intensificar”.

    A partir dos EUA, “estão a ser utilizadas todas as ferramentas para tentar subjugar o país”, e acrescentou que o mais “inaceitável é que esta tentativa castigue e submeta o povo a condições de vida insuportáveis e privando-o de todos os meios de subsistência”.

    “Essa tem sido sempre a fórmula utilizada pelos Estados Unidos em relação a Cuba e agora manifesta-se de forma muito mais crua e impiedosa”, concluiu.

    Esta política de pressão máxima dos EUA sobre Cuba visa que Havana introduza reformas económicas e políticas.

  • PSG OU ARSENAL QUEM CONQUISTA A LIGA DOS CAMPEÕES

    PSG OU ARSENAL QUEM CONQUISTA A LIGA DOS CAMPEÕES

    Os campeonatos nacionais podem já ter terminado, mas isso não significa que os jogos de futebol tenham terminado. Esta semana, não faltarão emoções, sendo que o ponto mais alto chegará, claro está, na final da Liga dos Campeões, entre Paris Saint-Germain e Arsenal.

    Depois de o Aston Villa ter batido o Friburgo, por categóricos 3-0, e conquistado a Liga Europa, será a vez de Crystal Palace e Rayo Vallecano batalharem pelo troféu da Liga Conferência Europa, na Red Bull Arena, na cidade alemão de Leipzig.

    Uma partida de extrema importância para ambos os clubes, visto que os ingleses poderão conquistar o sétimo título da sua história, ao passo que os espanhóis ambicionam colocar a segunda taça no seu museu. Aposta neste jogo.

    Playoff Liga Betclic: Casa Pia-Torreense (28 de maio, 20:00 horas).

    O Casa Pia, antepenúltimo classificado do principal escalão do futebol português, e o Torreense, o terceiro da segunda divisão, vão discutir, no Estádio Municipal de Rio Maior, quem irá ocupar a última vaga em aberto na edição de 2026/27 da Liga Betclic.

    O primeiro embate entre ambos, realizado no Estádio Manuel Marques, terminou com um empate sem golos, pelo que está tudo em aberto numa eliminatória que se adivinha ‘quentinha’, tendo em conta tudo o que está em causa. Aposta neste jogo.

    Liga dos Campeões: PSG-Arsenal (30 de maio, 17:00 horas).

    A Puskás Aréna, na capital húngara de Budapeste, vai receber a tão aguardada final da edição de 2025/26 da Liga dos Campeões, que irá colocar, frente a frente, os ‘todo-o-poderosos’ Paris Saint-Germain e Arsenal.

    A formação francesa, na qual alinham os internacionais portugueses Nuno Mendes, João Neves, Vitinha e Gonçalo Ramos, tem como objetivo fazer história e sagrar-se bicampeã europeia, depois de, na última época, ter feito a festa ‘à boleia’ de uma goleada ao Internazionale, por 5-0.

    Já os ingleses, que têm como figura de proa Viktor Gyokeres, antigo jogador do Sporting, querem dar continuidade às celebrações que tiveram início há já mais de uma semana, quando conquistaram a Premier League pela primeira vez em 22 anos.

    Uma partida que coloca em disputa várias caras conhecidas do futebol nacional, assim como dois estilos de jogo radicalmente diferentes, que prometem deixar os adeptos de todo o mundo ‘colados’ às cadeiras. Aposta neste jogo. Playoff II Liga: Belenenses-Farense (30 de maio, 20:30 horas).

    Resta apenas atribuir um dos 18 bilhetes disponíveis para a próxima temporada da II Liga, que será discutido na tão aguardada segunda mão do playoff entre Belenenses e Farense, que irá realizar-se no Estádio do Restelo.

    Os lisboetas viveram um autêntico ‘inferno’, ao longo dos últimos anos, mas querem regressar aos maiores palcos do futebol nacional, ao passo que os algarvios lutam ‘com unhas e dentes’ para não descerem, uma vez mais, de divisão. Aposta neste jogo.

  • OS PRÓXIMOS DIRIGENTES DO GOVERNO

    OS PRÓXIMOS DIRIGENTES DO GOVERNO

    Nas publicações passadas, há meses, escrevemos que o Presidente da República, João Lourenço vai renovar o seu governo. De igual forma, escrevemos e aqui publicamos que o faria “gradualmente”. Também escrevemos sobre o perfil dos políticos que seriam nomeados.

    Como sabemos, a profunda reforma governamental muito esperada ainda não está concretizada. A razão do adiamento da “reforma brusca” da equipa governamental se deve a necessidade da reorganização da agenda interna do Presidente da República.

    Porém, depois do último ensaio, através da projecção de uma nova ministra da educação, sendo o sector da educação considerado um dos sectores mais crítico da sociedade, à aparente indiferença da classe, deixa evidente que o actual silêncio social esta a funcionar como um aviso sobre o que realmente esta a se passar no contexto da opinião pública.

    Há uma mão aparentemente invisível a retardar a reforma tão esperada do governo. Mas gradualmente vão surgir os novos rostos que irão fazer parte do governo assumindo cargos públicos.